O vice-primeiro-ministro de Cuba, Óscar Pérez-Oliva, afirmou que as 176 medidas econômicas anunciadas pelo governo são resultado de uma estratégia nacional e não de pressões externas. Segundo ele, as reformas buscam impulsionar a economia em meio aos impactos do bloqueio dos Estados Unidos, especialmente na área energética.
O país enfrenta apagões prolongados, dificuldades no abastecimento de água e problemas no transporte, agravando as condições de vida da população. Pérez-Oliva destacou que as medidas pretendem simplificar e estimular a atividade econômica para enfrentar essa crise.
O ministro negou que Cuba esteja retornando ao capitalismo. Embora reconheça que experiências da China e do Vietnã foram estudadas, afirmou que a ilha seguirá um modelo próprio, com reformas graduais e adaptadas à realidade cubana.
06/07/2026











